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19 Set. 2013

Museu Terras de Besteiros comemora o seu 3º aniversário com o lançamento de Singulares e eternos, poesia de Filipa Duarte

O Museu Terras de Besteiros celebrou na passada segunda-feira, dia 16 de Setembro, o seu 3º aniversário, com um programa poético e musical.

O museu esteve aberto no período da tarde de segunda-feira, para a apresentação de mais um livro de Filipa Duarte, de título Singulares e eternos. Desta feita envolveu poemas, autores consagrados e sentimentos de alma, onde, em cada lugar, em cada etapa encontrou motivos e inspirações para novos voos, para novas partilhas da sua caminhada poética. 25 anos depois e justamente também na casa de Sant’Ana. Na mesa de honra, sentaram-se, além da poetisa, o Vice-presidente da autarquia e Vereador do Pelouro da Cultura, Dr. José António de Jesus e o Dr. António Soares Marques, que apresentou a obra e a autora.
Abriu a sessão o Dr. José António de Jesus. Referiu que “neste espaço, onde pela primeira vez e na altura ainda Solar de Sant’Anna, Filipa Duarte apresentou a sua primeira obra, acolhemos hoje com todo o interesse no Museu Terras de Besteiros e neste espaço polivalente, Singulares e eternos, precisamente por decalcar o sentimento daquilo que é SINGULAR porque é único, mas é ETERNO porque é intemporal. É neste equilíbrio de vivências que se cruza esta obra e se cruzam também as relações e as vivências das pessoas. Eu em particular tenho tido a sorte e o gosto especial de ter tido a oportunidade de poder acompanhar as obras que têm sido lançadas e testemunhar a forma como Filipa Duarte encara mais uma obra como se fosse a primeira”. Seguiu-se a apresentação do livro de Filipa Duarte feita por António Soares Marques, amigo da poetisa há muitos anos e desde há muito acompanhando o seu percurso. “É mais um filho que acaba de dar à luz, dos muitos que foi dando e tem brindado não só o Concelho de Tondela, o Distrito de Viseu, e porque não o País, já que o tem calcorreado, transmitindo aquilo que são as suas vivências, aquilo que lhe vai na alma. Filipa Duarte mais do que uma cronista de viagens, é fundamentalmente uma poetisa. Estamos perante um texto que é mais claramente de prosa poética do que propriamente prosa. Acrescentou que “nada do que é humano lhe é estranho, sendo isso o expoente máximo de uma relação humanista que é possível estabelecer com o outro. E acrescentou: “esta obra reflecte o que são as suas vivências, e sobretudo ver a paisagem com olhos de Poeta”. Seguiu-se uma sessão de autógrafos. Houve também ocasião para um momento musical a cargo dos TOULI ENSEMBLE, com Cecília Pessanha na flauta e Rui Silva na percussão histórica, este filho da Poetisa. Uma abordagem entre música antiga, tradição oral portuguesa e a herança cultural mediterrânica.

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